Sobre mim

Filipe Amado Simões


Desde o dia em que nasceu, numa quinta-feira 9 de Março de 1989, Filipe tem vindo a estar vivo — embora isso nem sempre seja imediatamente evidente.

Com o passar do tempo foram acontecendo coisas diversas, como daquela vez em que uma gata fez sapateado na sua cabeça (com as garras de fora!) e lhe provocou inúmeras escoriações ao nível cutâneo, entretanto já saradas. A partir de certa altura (cerca de 1 metro) foi para a escola; mas voltava sempre, porque é bem comportado! À medida que foi crescendo, comprou sempre sapatos maiores, até estabilizar no 43.

Mais tarde, completou o ensino secundário em Ciências e Tecnologias, na Escola Secundária do Entroncamento, onde aprendeu que as ciências não são a sua vida — apesar de nutrir bastante apreço por elas, tal como por outras áreas.

Com estes conhecimentos ingressou no curso de Som e Imagem da Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha, com o intuito de se especializar em Cinema de Animação e Argumento. Frequentou o curso até ao 3º ano com reconhecido sucesso e realizou vários trabalhos nesta área, até se tornar demasiado evidente a sua falta de formação em desenho.

Decidido a suprimir esta lacuna, inscreveu-se no curso de Ilustração e Banda desenhada no Ar.Co, que concluiu em 2016, ainda com diversas lacunas a nível técnico, mas já com capacidade para lhes dar a volta — desde que lhe dêem tempo para pensar.

O seu interesse principal continua a ser escrever, mas não consegue resistir à tentação de criar imagens que ilustrem as suas palavras.


Recentemente, têm acontecido mais coisas diversas, nomeadamente uma colaboração com a Sociedade Velha Filarmónica Riachense (SVFR), onde é fotógrafo, voluntário e realiza pontualmente trabalhos de desenho relacionados com música, nomeadamente cartazes. Gostaram tanto dele que até uma vez o elegeram Vice-Presidente da Direcção.


Ainda mais recentemente iniciou uma outra colaboração, desta vez com o Jornal O Riachense, onde publica coisas que lhe apetece dizer ou desenhos que se lembra de fazer.

Premiado por seis vezes em quatro anos nos concursos de Cartoon e Banda Desenhada do Amadora BD, facto que, embora não seja extraordinário, é financeiramente compensador.

Publicou uma vez um livro com uma carrada de desenhos (quase) todos mal feitos sobre trocadilhos e coisas que tais. O livro chama-se “Polissemias, Levas!”, para o caso de estarem interessados, mas o autor não recomenda.


Não gosta de sujidade nem de ervilhas.

Gosta da palavra “pantufa" e da letra "S"